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RESTRIÇÕES

Garcia diz que governador soube equilibrar saúde e economia

Presidente do DEM diz que Mendes tomou decisões rígidas seguindo o avanço da Covid em MT

Raul Felix

Raul FelixSite de notícias de Rondonópolis e Mato Grosso - Jornalismo Online | Diretor Raul Félix Site.

15/03/2021 10h16
Por: Raul Site Félix
LISLAINE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO

O presidente estadual do DEM, Fábio Garcia, disse concordar com a forma como o governador Mauro Mendes (DEM) tem conduzido as ações de combate ao avanço da Covid-19 em Mato Grosso. Segundo ele, o chefe do Executivo soube equilibrar o respeito à vida e a economia.

 

Em entrevista ao MidiaNews, quando questionado sobre as queixas feitas pelo setor produtivo diante das perdas causadas pela restrição das atividades econômicas e pelo toque de recolher imposto por Mendes, Garcia salientou que não há como se falar que o governador não demonstrou preocupação com o impacto que as suas medidas trariam.

 

“Se teve alguém que se preocupou e tentou ponderar economia e o respeito à vida das pessoas foi o governador Mauro Mendes”, defendeu.

 

“Ele fez isso em todos os momentos e continua fazendo, porque quando ele toma uma decisão, ele enxerga tanto a capacidade do nosso sistema de saúde abrigar os infectados pelo coronavírus e poder salvar vidas quanto a necessidade econômica dos setores produtivos”, afirmou.

 

 

Não queremos ver vidas sendo perdidas, portanto, nós precisamos fazer o que for necessário para que a gente possa, primeiro, preservar a vida das pessoas

Para o presidente do DEM, o momento atual – quando Mato Grosso registra mais de 269 mil casos confirmados e 6.222 mortes por Covid-19 – está sendo difícil para todos, não sendo exclusividade de apenas um segmento.

 

“É difícil para o setor econômico, para as pessoas que tem alguma vulnerabilidade ou que tem algum risco maior de complicação por conta da Covid”, afirmou.

 

Garcia salientou, ainda, que a necessidade no momento é de desafogamento do sistema de saúde, hoje em colapso pela falta de leitos de UTI e de enfermaria para atendimento dos infectados em estágio mais grave.

 

“A Constituição determina que a proteção à vida é um dever essencial na nossa sociedade. Não queremos ver vidas sendo perdidas, portanto, nós precisamos fazer o que for necessário para que a gente possa, primeiro, preservar a vida das pessoas, que é uma obrigação essencial de qualquer cidadão e, em especial, de qualquer agente público”, disse.

 

Segundo o ex-deputado federal, é necessário monitorar a evolução da pandemia e tomar as decisões de acordo com o nível de contágio e com a capacidade que o sistema de saúde de comportar a realidade atual – o que estaria sendo feito pelo governador desde o início da pandemia.

 

“A preocupação com a economia sempre foi latente nas decisões que eu observei que o Governo tomou. Tanto é que quando não existia ainda um número significativo de pessoas infectadas no Estado, enquanto o prefeito [Emanuel Pinheiro] determinou lockdown na Capital, o governador fez um decreto colocando condições para que as restrições fossem paulatinamente implementadas nos municípios”, defendeu.

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