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ADVERSÁRIOS

Em debate, Abílio e Gisela trocam farpas e criticam Emanuel; veja

Candidatos a prefeito de Cuiabá realizaram um debate nas redes sociais neste domingo (25)

Raul Site

Raul SiteSite de notícias de Rondonópolis e Mato Grosso - Jornalismo Online | Diretor Raul Félix Site.

25/10/2020 21h45
Por: Raul Site Félix

Entre troca de farpas, os candidatos à Prefeitura de Cuiabá, Abilio Junior (Podemos) e Gisela Simona  (Pros) realizaram, na tarde deste domingo (25), um debate nas redes sociais.

 

O encontro foi proposto por Abílio após dizer que Gisela realizava 'vitimismo' depois dele afirmar que ela era uma ótima candidata "mesmo sendo mulher". 

 

Já no início do debate, Abílio chegou a pedir desculpas para Gisela, que rebateu: “Nós temos, ai, um ciclo de violência que começa com a agressão, depois com pedido de desculpas e esse ciclo não se encerra. Essa mentalidade machista precisa acabar”, disse ela.

Nós temos ai um ciclo de violência que começa com a agressão, depois com pedido de desculpas e esse ciclo não se encerra.

“Eu já esperava que toda essa circunstância seria utilizada como oportunismo. Mas eu chamei você aqui, hoje, não para debater vitimismo, mas para debater ideias para Cuiabá”, retrucou Abílio.

 

Os candidatos voltaram a se estranhar no tema de geração de emprego.

 

Abílio classificou como "populista" e "de esquerda" o programa “Emprega Mais”, que faz parte do plano de governo de Gisela. Ele defende que as pessoas aprendam a ganhar dinheiro sem precisar de auxílio do Município.

 

“Se fosse de esquerda, nós não teríamos auxilio emergencial feito pelo Governo Bolsonaro. Se fosse de esquerda, o Bolsa Família teria acabado no Brasil. O Emprega Mais é um programa de assistência necessário para quem precisa alçar voos e crescer”, afirmou a candidata ao enfatizar que o programa garante uma bolsa de R$ 500.

 

Críticas à Emanuel

 

Mais adiante, os candidatos criticaram o prefeito e candidato à reeleição Emanuel Pinheiro (MDB).

 

Abílio afirmou Emanuel quebrou a Prefeitura e defendeu cortes de servidores e redução de secretarias para conseguir equilibrar as contas.

 

Gisela, por sua vez, declarou que é preciso combater a corrupção no Palácio Alencastro. “Combatendo a corrupção, vamos economizar R$ 300 milhões por ano, já que estamos tratando de um orçamento de mais de R$ 3 bilhões”.

 

Abílio e Gisela também criticaram as medidas tomadas pelo prefeito durante a pandemia do coronavírus.

 

Abílio chegou a dizer que Emanuel pode aproveitar da segunda onda da Covid-19 para fechar a cidade e adiar a eleição.

 

“Essa segunda é uma grande preocupação e pode ser usado como instrumento político para suspender a eleição. Se o prefeito perceber que ele não está bem colocado nas urnas, pode fechar a cidade de novo”, disse.

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