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"Foi desesperador; a dor era insuportável", diz médica picada Médica Dieynne Saugo relatou como foram os momentos após ser atacada por uma jararaca

Um flagrante raro e tenso: o ataque de uma jararaca em uma cachoeira no interior do Mato Grosso. Tudo começou com um programa que parecia perfeito.

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13/09/2020 20h20
Por: Raul Site Félix

Um flagrante raro e tenso: o ataque de uma jararaca em uma cachoeira no interior do Mato Grosso. Tudo começou com um programa que parecia perfeito.

 

A médica Dieynne Saugo iria apresentar ao novo namorado e a um casal de amigos o lugar que ela considera um dos mais bonitos do Brasil, um parque ambiental perto de Cuiabá.

 

Para chegar até lá, é preciso encarar uma trilha de 800 metros. Além de uma escadaria com 470 degraus.

 

O parque da Serra Azul, em Nobres, ficou fechado por cinco meses por conta da pandemia, era o segundo final de semana aberto a visitação quando Dieynne, o namorado e os amigos resolveram fazer o passeio.

 

No meio do caminho, eles receberam um aviso que, até então, não parecia perigoso: turistas que vinham da cachoeira avisaram ter visto uma cobra no local.

 

De repente, muito rapidamente, o ataque aconteceu. "Eu já vi a cobra. Uma cobra muito grande no pescoço dela. Tudo muito rápido", conta Iury Roman, que presenciou o ataque da jararaca.

 

Afônica em razão de uma traqueostomia, a médica conversou com a reportagem do Fantástico. "Eu vi ela [a cobra] entrando dentro do colete", relatou a médica, que afirmou não ter visto de onde veio o animal. "Só senti ela caindo próximo do meu pescoço".

 

A primeira picada foi dada perto do queixo. Com a mão esquerda, ela tentou tirar o animal, que então a picou mais duas vezes na mão.

 

Desesperado, o grupo com quem a médica estava a colocou em uma tirolesa a fim de agilizar o atendimento. "Quando fiquei sabendo que não tinha soro [antiofídico] na região,aí o desespero foi maior ainda", contou.

 

Dieynne demorou três horas para chegar ao hospital.  "Foi desesperador. A dor era insuportável", contou, relatando os inchaços tanto na mão quanto no queixo. "Comecei a vomitar sem parar".

 

Depois do ataque, Dieynne e os amigos procuraram um hospital, onde a médica ficou internada na UTI por oito dias. Ainda no hospital, a médica contou os detalhes do ataque.

 

Atualmente ela está internada em um hospital em São Paulo.

 

Assista à reportagem AQUI.

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